Falar do transtorno bipolar é extremamente delicado, mas o filme “O lado bom da vida” sabe retratar isso muito bem e o que Pat, protagonista da história, tem. O filme conta a história de Pat após ele deixar um hospital psiquiátrico por conta de um ataque ao amante de sua esposa, cujo qual encontrou no chuveiro com ela, na casa deles.

A mãe de Pat resolve assumir a responsabilidade por ele, quando o tira do hospital em um acordo com a justiça, sob a condição de que Pat tome os medicamentos os quais não tomava no hospital.

Até que um dia acontece um jantar na casa do amigo e vizinho de Pat… E então ele conhece Tifanny, recém viúva, dançarina e que também gosta de correr como Pat. Ela vai mudar a vida dele ou ele vai mudar a vida dela? O que se sabe desde o início é que na vida de ambos existe um lado bom, o lado bom da vida, e todos precisamos ver! 🙂

O transtorno bipolar de Pat reflete um tipo de transtorno, uma doença que tem dois níveis: 1 e 2 e, para ambos os níveis e detectar a doença é necessário que você consulte o seu médico, procurando ajuda para saber se você realmente sofre de transtorno bipolar e qual é o tratamento adequado para o seu caso. 

 p.S corre pro netflix e olha aqui o trailer olha (:

O futuro dos impressos

No último domingo eu fiz um vídeo recomendando três obras, as quais li nos últimos anos e admirei muito. Depois de analisar o vídeo mais uma vez, porém junto com um amigo desta vez, entramos em uma reflexão do que será tema do próximo vídeo: os e-books e-pubs e todos os tipos de publicações online irão substituir o impresso? Enquanto não sai o vídeo… Olha só que legal a matéria que achamos: Em Paris, livraria dá adeus a estoque e imprime livros na hora. Sim, é isso aí que você acabou de ler junto comigo.

Já imaginou que loucura um lugar desses no Brasil? Você vai, toma um café e sai do lugar com o seu próprio livro… Isso pode ser até legal, mas não sei, sabe? Acho que ainda é muito gostoso entrar em um lugar onde você esteja rodeada (o) de livros por todos os cantos, todos colocados naquelas estantes altas e quando você olha pra sua frente, é um mar de nomes e títulos e histórias a serem contadas e compartilhadas, sabe?

Já trabalhei em algumas editoras e eu lembro até hoje da primeira que trabalhei, da emoção de ver o processo em cima da mesa da minha chefe e, claro, uma pequena parte deste processo na minha mesa, aquele monte de letras sendo transformado em uma verdadeira obra de arte, uma arte única.

Claro, por outro lado, chegamos ao Século XXI com grandes problemas na natureza que já conhecemos tem um certo tempo e, para a natureza de forma geral, seria MUITO melhor poluir cada vez menos o ambiente com máquinas trabalhando tanto. Eu não sei se, cara (o) leitora (or) você já teve a experiência de entrar em uma gráfica e acompanhar o processo de impressão de um livro, mas eu já, e pelo menos na gráfica que eu entrei eram várias máquinas trabalhando ao mesmo tempo… Um calor imenso e um cheiro até que bom (no começo, depois era meio incômodo ao nariz).

É… Acho que esse assunto ainda vai dar muito no que falar, não é mesmo? Tem os dois lados da moeda, qual sua opinião? Domingo tem vídeo e espero você por lá, em? Pra que possamos conversar mais!!

Tentei trazer hoje para o blog uma pequena e breve reflexão do que será o tema do próximo vídeo: e-books e o futuro dos impressos.

Espero que vocês tenham gostado!! Se tiverem alguma crítica ou sugestão, enfim, deixem nos comentários, por favor! 🙂

Até mais ❤

A foto em destaque foi extraída de arquivo pessoal.

Grace and Frankie

O que você faria se descobrisse, no auge da terceira idade, que seu marido é gay? Para muitas pessoas pode ser um problema mas Grace e Frankie estão lidando com isso e mostrando que o amor é a coisa mais importante no mundo; ora, afirmo isso pois o primeiro episódio já é tapa na cara, entendeu? Os maridos de Grace e Frankie anunciam que estão apaixonados um pelo outro.

Grace and Frankie é uma série de televisão, americana, do gênero comédia. Criada por Marta Kaufmman (Sim, FRIENDS) e Howard J. Morris (Home Improvement) em 2015, conta com um elenco de ponta: Jane Fona (Grace), Lily Tomlin (Frankie), Martin Sheen (Robert), Sam Waterston (Sol), June Diane Raphael (Brianna), Brooklyn Decker (Mallory), Ethan Emory (Coyote), Baron Vaughn (Bud). Sim, ela está no Netflix, ela é do Netflix e corre porque já tem duas temporadas maravilhosas, cheias de amor e confusão! Os episódios tem duração de 30 minutos cada e em cada um você vai chorar, vai rir, vai se sentir culpado… Enfim, você vai sentir muitas emoções sobre questões básicas que não paramos mais para pensar com toda a correria do cotidiano 😉

Quer spoiler? HAHAHA, nananinanão, né? Então vai lá e corre! Essa é só uma dica/recomendação. Tá, oh… Vou colocar só o trailer para você sentir o gostinho, ok? ❤

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Para sempre Alice – Resenha

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O que você faria se, no auge de sua carreira, começasse a esquecer de palavras importantes? Palavras cotidianas, palavras apenas palavras. Dentre os muitos medos que tenho, o esquecimento talvez seja o maior. Esquecer das pessoas, esquecer de coisas importantes, datas e aniversários. Recentemente fiz uma tatuagem com a imagem de uma máquina fotográfica e, logo abaixo, a seguinte mensagem:

– Help your memory (ajude sua memória)

Fiz essa tatuagem pelo significado que a fotografia tem na minha vida, a questão de como uma imagem pode não só valer muito mais do que mil palavras do que nos fazer recordar de fatos e datas importantes, momentos que eternizaram-se através da captação de uma imagem.

STILL ALICE – PARA SEMPRE ALICE (2014), uma produção longa metragem chegou aos cinemas dia 12 de março de 2015. A história conta, de uma maneira leve, o drama de uma professora de linguística, Dra. Alice Howland (Julianne Moore) que aos poucos começa a esquecer de palavras chave para suas aulas e, além disso, se perde no campus onde ministra aulas. O esquecimento é estranhado por seu médico, pois Alice é jovem e o Alzheimer, então detectado em seus exames, é uma doença que costuma atingir pessoas já na terceira idade (como os idosos, por exemplo).

O roteiro é escrito pesando a questão familiar, quando a filha caçula, Lydia (Kristen Stewart – Sim, Isabella Swan da saga Crepúsculo) a qual possui uma relação fria e distante com a mãe, retorna para casa e o laço estremecido começa a ser refeito.

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Alzheimer é uma doença triste, pois um dos nossos maiores registros, se não o maior, é a nossa mente, nossa memória, onde guardamos muitas informações em um curto espaço de tempo. Muito mais do que falar sobre o Alzheimer, acredito que o roteirista acertou quando criou a personagem sendo uma professora de linguística, justamente o campo de estudo científico da linguagem, linguagem que é o nosso registro maior, seja como for.

Acredito que vale a pena 01h40min do seu tempo em uma poltrona super confortável, comendo uma pipoca e tomando um guaraná!

Corre para o cinema que ainda está em cartaz! Segue trailer do longa

Carnis Levale.

Carnaval, adeus à carne, alegria e comemoração
Adeus ao Mal, prataria e convocação. 

Durante meus poucos 21 anos, não vivi muitos carnavais, mas muitas vezes fui o Pierrot apaixonado que chora de amor por Colombina. Não gosto muito de toda essa comemoração, agitação, muita gente… Me dá um certo pânico tanta gente junta em um metro quadrado que não parece quadrado, algumas vezes parece mais um triângulo mesmo. 

Mas, se tem uma coisa boa que o carnaval me traz, é sempre um momento de reflexão, são dias pensando sobre o que vem acontecendo em um ano que acabou de nascer, noites em claro imaginando quantas coisas boas já aconteceram em minha vida e, como tantas outras estão por vir. 

O que ando pensando é que, muitas vezes é necessário fazer um Carnis Levale, um carnaval e se livrar de certas carnes, ora, caro(a) leitor(a), entenda aqui carne da carne e do osso, daquilo que dizem que somos feitos. Como assim? Se livrar?

Nos livrar, no bom sentido, para depois unir novamente, livrar para achar novos pedaços e, enxergar individualmente se eles cabem ou não, se fazem bem ou não. 

– Tá, mas ainda não entendi onde você quer chegar. 

– Quero dizer que, um dos melhores carnis levale que eu tive nesses 21 poucos anos, foram esses todos os quais eu me livrei de várias coisas ruins, vários pedaços vencidos e enxergasse, mesmo nesses vencidos e ultrapassados uma novidade, uma chance de não meter o meso erro e, como eu sou humana, algumas vezes cometi-o, mas sabendo das consequencias. 

O que eu quero em 2015? Que tenham muitos Carnis Levale, mas que os mesmos tragam muitos outros carnavais, porém com mais alegria e comemoração, prataria e convocação. 

ATENÇÃO, SENHORES, Carnis Levale esta na pista. Rufem os tambores! Ao fim do ano daremos as respectivas notas, sempre são melhores do que as anteriores mesmo. 

Carnis Levale, 2015. 

Playlist: Xô Pregui!

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O fim das férias se aproxima. Começa a bater uma tristeza no coração dos dias ensolarados, da praia sem fim e do pôr do sol maravilhoso com a companhia especial ao lado e, ao menos pra mim, nada melhor do que encarar o começo do ano com uma boa playlist por perto. Por isso eu resolvi listar uma série de artistas e suas respectivas músicas que, talvez ajudem você encarar o ano que já veio com tudo:

– Past in Present (Feist)

– Love Bug (Jonas Brothers)

– Friday I’m Love (The Cure)

– No You Girls (Franz Ferdinand)

– Charlie Brown (Coldplay)

– Sugar (Maroon 5)

– Don’t (Ed Sheeran)

– Madness (Muse)

– Feel So Close (Calvin Harris)

– Summertime Sadness (Lana Del Rey)

– The Best Of You (Foo Fighters)

– Best Day Of My Life (American Authors)

– You Make Me (Avicii)

– Pompeii (Bastille)

– Slut Like You (P!ink)

Segura esse forninho, Gi! Tem muito mais coisa boa vindo aí! Por enquanto, bora colocar essas músicas pra rodar e tirar a preguiça do corpo? 2015 só esta começando!!

CyberBully – Resenha

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Até qual ponto a brincadeira dos seus amigos na escola deixa de ser brincadeira e passa a ser bullying? Um dos temas muito debatidos no último ano (2014) foi o bullying dentro e fora das escolas, principalmente aquele cometido através da internet – onde, em geral, não se pode saber a identidade do agressor -, o chamado cyberbullying.

Tudo começa com uma brincadeira de leve, olhares de cima à baixo e comentários sobre o cabelo daquela menina que é “diferente” ou aquele garoto que era super magro e, agora no ensino médio, esta um pouco “acima do peso para os padrões”.

Desde que padrões de beleza e estética foram estabelecidos por empresas de beleza e, muitas pessoas se espelham em tais para atingir uma “vida saudável e feliz onde ser magro é bonito”, algumas pessoas, quando não se encaixam nesses “padrões”, sofrem com isso.

Eu mesma, em diversas situações da escola e até no ensino médio, era motivo de piada por ser a única menina de óculos ou ainda com o cabelo cacheado e não liso. O que muitas pessoas não levam a sério e banalizam, é quando isso afeta a cabeça da pessoa a qual esta sofrendo e, inconscientemente ela deixa de querer ir para a escola, não tem vontade de sair na rua e até mesmo de se cuidar, pede para os responsáveis legais para mudar de escola e, em alguns casos extremos, chega a mudar de cidade por conta das piadas que deixam de ser piadas e passam a ser perseguição, dentro e fora da escola.

O longa metragem Cyberbullying (2011), dirigido por Charles Binamé conta a história de Taylor Hillridge, (Emily Osment – Isso mesmo, aquela menininha a qual participou do seriado Hannah Montana) uma adolescente que após ganhar seu primeiro notebook, cria um perfil em uma rede social conectada à sua escola e começa a sofrer cyberbullying, motivado primeiramente por uma foto difamatória a qual seu irmão mais novo postou, após invasão na conta de Taylor. As brincadeiras que seriam “só brincadeiras de adolescentes” ultrapassam os limites éticos e morais quando Taylor, após sentir-se extremamente pressionada com as piadas começa a tomar remédios controlados e entra em depressão, chegando ao ponto de tentar cometer suicídio após uma overdose dos remédios.

Depois que tudo é um pouco controlado, sua mãe tenta procurar ajuda para a criação de uma lei a qual combata essas brincadeiras de mal gosto na internet e proteja as vítimas do então nomeado cyberbullying (bullying virtual).

Esse filme me lembrou não só, os momentos que passei na escola – não chegaram a ser tão pesados assim -, mas e se eles tivessem continuado? Quantos adolescente e crianças não conhecemos os quais cometeram suicídio por conta dessas brincadeiras? Qual será o ponto necessário de interferência? Até onde as pessoas tem que aguentar brincadeiras de mal gosto? E, a pergunta chave: qual é o ponto que a brincadeira deixa de ser “brincadeira”?

Cyberbullying tem um roteiro baseado na vida de muitos adolescentes e é, mais do que uma lição, um aviso para pais e escolas. O bullying não deve ser banalizado como foi no último ano (2014), nem tudo é bullying e nem tudo é e deve ser brincadeira, por uma vida saudável e uma adolescência feliz, é isso o que o filme clama.

Bum Bum Bum – Castelo – A exposição.

Não 3 mas 6 meses de uma exposição maravilhosa! Olha… Vou te contar uma coisa, caro leitor, o que eu vi… É uma coisa que gostaria de morar ali, por mim… Não saia nunca do MIS (Museu da Imagem e do Som), localizado aqui, na cidade de São Paulo.

Em Julho o Museu da Imagem e do Som inaugurou a exposição com um tema o qual passou por gerações, desde a década de 90. Sim, até os meus pais assistiram, eu e minha irmã também. Como esquecer do “Nooooossssssfa” da Celeste? Cara, uma cobra que FA-LA. E a passagem para o quarto maravilhoso do Niiiiiino?! Sem esquecer dos RAIOS E TROVÕES que apareciam com o Dr. Victor!!!

A exposição era para durar até Outubro, em um tempo normal de 3 meses, mas a fila era tanta tanta tanta TANTA, que eles prorrogaram até agora Janeiro, mas foi até dia 25 😦

Quando eu fui, fiquei umas boas horas na fila, viu? Tinha vendedor ambulante comercializando até aqueles sorvetes recheados, sabe? Sim, o calor era quase insuportável e, até para o bebedouro tinha fila!

Não fique chateado se você não conseguiu ir na exposição, tenho um segredo aqui: Um dia da semana, quando fui tentar entrar mas cheguei tarde, uma das moças que estavam trabalhando na exposição me contou que todo o material será transferido e a exposição montada em alguma cidade grande aqui do Brasil, como o Rio! Então, se você não conseguiu ver aqui em São Paulo, corra para a internet e fique de olho onde ele estará nos próximos meses pois vale MUITO a pena.

Abaixo, algumas fotos para posteridade 🙂

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El Critico – Resenha

Chuva, um casal que esta prestes a terminar, os dois começam a correr (em geral o mocinho atrás da moça) e depois eles se beijam de uma forma mágica, como se nada tivesse acontecido (ainda que algum dos dois tenha feito uma canalhice tremenda). O cenário perfeito de uma vida ideal que nunca acontece na real, um prato cheio que Téllez (Rafael Spregelburd) recusa sem o menor coração derretido, sem sequer uma lágrima escorrendo; até que…

O feitiço vira contra o feiticeiro. BUM. Téllez se encontra no romance dos filmes, estrelando como personagem principal ele e Sofia (Dolores Fonzi) que o faz correr, não só atrás de um local melhor para morar, como atrás dela mesma.

Além de mostrar aquilo que nós dizemos que não ligamos, mas no fundo adoramos: romances e comédias românticas; o filme em seu roteiro muito pontual, explora o mundo dos críticos de cinema com trechos de filmes como “Um Lugar Chamado Notting Hill”, “O Casamento de Meu Melhor Amigo” e “Harry e Sally – Feitos um Para o Outro” e os bastidores de um jornal onde saem notinhas dos filmes os quais Téllez assiste com seus amigos, em geral, dando uma ou duas poltronas, o que deixa o Editor Chefe de cabelos em pé.

A produção Argentina em longa metragem dirigida por Hernán Guerschuny, com o roteiro também de Guerschuny é de 2013 e ainda esta em cartaz no Cine Caixa Belas Artes, com sessões exibidas às 14h e 20h50, todos os dias.

O que esta esperando para assistir essa comédia da qual Téllez fez um romance?

Segue trailer do filme

Mafalda na Praça

Um dos trabalhos mais aclamados do cartunista argentino Joaquín Salvador Lavado Tejón, o Quino – depois de passar pela Argentina, Costa Rica, México e Chile -, pode ser visto de forma livre, sem pagar nada por isso, tranquilamente, sem pegar fila aqui em São Paulo. Já imaginou que maravilha?

Inicialmente, a personagem foi desenhada para uma campanha publicitária, com a finalidade de ser propaganda do ideal de vida capitalista. Porém, a agência não aceitou a proposta e Mafalda foi publicada pela primeira vez na revista semanal mais importante da época, Primeira Plana. Os personagens que compõe o cenário principal de amigos de Mafalda: Manolito, Susanita, Guile, Miguel e sua tartaruga, foram criados e acrescentados após um ano.

Mafalda se preocupava demais com: o mundo o qual vivia e a paz mundial. Achou alguma parecida? Pois é, isso já acontecia lá, de 1964 até 1973! Com seus amigos, pais e Burocracia (a tartaruguinha que ganhou de seus pais), Mafalda debatia questões um tanto maduras para uma criança, como por exemplo as classes sociais, questionada por ela à sua mãe em um dos quadrinhos, onde ela pergunta: Por que não temos um carro? O que é ser classe média?

A exposição localiza-se em um amplo, arejado e aberto ambiente. O Espaço Praça das Artes, localizado aqui na cidade de São Paulo, recebe até o dia 28 de Fevereiro de 2015 a exposição Mafalda na Praça – O mundo segundo Mafalda, em comemoração aos 50 anos da personagem. O local não poderia ser melhor, ali encontram-se salas temáticas, onde pode-se sentar por alguns minutos e assistir a animação que já foi quadrinho, além de encontrar peças as quais fizeram parte das tirinhas, como por exemplo, o globo terrestre dormindo ou deprimido. Você pode também usar as famosas frases dos quadrinhos para fazer o seu quadrinho, genial não é? Abaixo algumas fotos da exposição, acompanhei de pertinho. Se eu fosse você, não perdia tempo, não!

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