Uma pausa no amor

Certa vez aos 14 anos acreditei que tinha esbarrado com o amor para a vida toda, o tão falado amor da vida. Quando ele (o amor) partiu aos 16 anos achei que nunca mais fosse ser feliz. Ainda aos 16 encontrei não o amor, mas a vontade de estar perto, senti pela primeira vez o que era a atração física… porém, foi embora também. Depois disso encontrei o amor de novo, dias antes de fazer 20 anos, dentro da minha faculdade, quando eu estava no segundo ano em uma entrevista de emprego para uma revista eletrônica da faculdade mesmo. E pasmem, a conversa durou menos que aquela que foi dos 14 aos 16, mas foi tão intensa que lá pelo oitavo mês planejávamos morar juntos, e aos finais de semana ficávamos nos sites de móveis e aluguel de apartamento imaginando como seria. Aí uma semana depois de 11/06, a segunda vez que comemorávamos, depois de um jantar à luz de velas, ele disse que precisava ir de novo. Horas de sofrimento por saber que aquele encontro tinha acabado, por saber que ele, o amor, não estava mais ali e a partida dele havia de ser respeitada.

A partir daí decidi parar um pouco com isso de querer encontrar com o amor de novo, mas o que acontecia era que todas as vezes que ele pedia pra conversar… tomar um café, ou até mesmo aparecia quando eu não combinava nada com ele, tentava entrar na minha vida. Até o momento que percebi que talvez eu não estivesse pronta para encontrar com ele de novo, mas ao mesmo tempo eu queria tanto sentir a sensação de felicidade que as pessoas que encontravam com ele (o amor) falavam que ele causava… Eu queria sentir também aquele aconchego nos domingos, de… Sabe? Deitar e sentir tudo em paz. Mas eu vi que talvez eu estivesse, como dizem, forçando um pouco a amizade, eu não estava agindo naturalmente… Principalmente por saber que a maioria das vezes que ele vinha, só o que ele queria era conversar através do contato pele com pele e nada mais. Nada de querer saber como tinha sido o dia, nenhuma mensagem no meio do expediente perguntando se eu tinha levado o casaco ou se eu tinha lembrado de fechar as janelas de casa, enfim, coisas do cotidiano mas que a gente sabe que no fundo fazem aquela diferença. E então, dos aos 21 aos 22 eu foquei somente na faculdade e nos estágios e empregos que foram surgindo em um curto espaço de tempo.

Com 22 anos ele, o amor, bateu na minha porta de novo, mais especificamente, ele apareceu do outro lado da janela, bem ali mesmo na janela vizinha. Bastou uma troca de olhares e um convite, depois de alguns dias, para ver um filme do Brad Pitt. De novo ele disse que precisava ir, e aí a partida dele também chegou. Depois desse último encontro ele não apareceu mais, ele não ligou para tomar um café e faz muitos meses que não nos falamos… Confesso que muitas vezes eu entro em alguma cafeteria que costumávamos conversar e olho em volta para ver se ele aparece, de repente, mas isso não tem acontecido. Outro dia eu subi no ônibus e senti o perfume dele, andei até o último banco para ver se era ele quem estava lá, mas me enganei, era a pressão que estava sentada (usando o mesmo perfume), ela até acenou e apontou para um lugar vazio ao lado dela, e por um segundo eu pensei: vou. Daí eu parei e pensei melhor: melhor não. Tudo o que ela queria era me convencer de que o amor realmente ainda ia entrar por aquele ônibus até mesmo antes de eu chegar no meu ponto e descer.

Então pela segunda vez eu vi que não estou pronta para encontrar com ele (o amor), mas que talvez ele também não esteja pronto pra me ver. É uma via de mão dupla; tentar ficar ligando para tomar um café com ele (o amor) é como querer arrancar casquinha de machucado que ainda não cicatrizou. Você pode até conseguir arrancar mas ela volta de um jeito até mais incômodo do que era para ser. Por isso, é importante muitas vezes, ok… talvez seja sempre, que a gente precise se conhecer durante um tempo, ficar só com a gente mesmo, sabe? A gente precisa se dar uma chance para entender que no lugar do amor não pode estar a pressão. Ele vai vir em momentos diferentes pedir pra tomar um café, e mesmo que a gente não esteja querendo conversar com ele, é importante ir tomar o café para ao menos agradecer por ele ter vindo até a gente, por ele ter nos visitado. Muitas vezes vai acontecer de ser o oposto, ele não querer encontrar a gente, mas a gente querer tomar o café… Aí também é o caso da gente agradecer. Talvez em algum momento eu não agradeça pela visita e sim pela permanência, por hora, agradeço pelas visitas recebidas, mas resolvi dar um tempo de encontrar com ele, o amor. Estou em um processo de encontrar o primeiro amor, não aquele que encontrei aos 14 anos, mas sim o meu próprio amor, o amor próprio dentro de mim.

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Uma história para não visualizar

Nos últimos meses pensei em lhe escrever várias vezes, quando desisti eu pensei em bolar um roteiro e entregar para um diretor rodar a nossa história para que todo mundo ficasse sabendo o quanto ela foi maravilhosa, mas, aí eu pensei no quanto isso seria injusto, pois, afinal, as pessoas só enxergariam o meu lado da história, quando, na verdade ela tem o seu lado também e talvez não seja tão maravilhoso assim.

Desisti dessa ideia e guardei na gaveta os rascunhos das cartas que pensei em te enviar e do roteiro que cogitei escrever. Guardei na minha gaveta daquele armário perto da janela e recentemente eu reabri a gaveta. Li aquilo tudo e continuo achando maravilhoso tudo que se passou, mas, cheguei em uma conclusão nova: o que foi bom e mesmo o que foi ruim, ninguém precisa saber, ninguém além de mim e de você.

Eu já escutei diversas histórias de amor, presenciei outras e vivenciei algumas, mas em nenhuma delas (até a nossa) eu tinha pensado o seguinte: toda história quando acaba precisa do momento do silêncio, do luto e posteriormente da superação e depois do silêncio novamente, acrescido de um toque de privacidade sem que se exponha tudo nas redes sociais.

Passados estes momentos é natural que, em algum momento, se comente sobre o que ocorreu, porém, o que poucas pessoas percebem e fazem é que depois disso tudo chega novamente o momento do silêncio e de colocar tudo em uma memória e de novo na caixa, mas dessa vez sem as mágoas ou os ressentimentos, é o momento de amadurecer e talvez reconstruir os laços que foram perdidos anteriormente, se claro for da vontade da outra pessoa também e com a mais absoluta tranquilidade que isso dar-se-á com naturalidade.

Dizem os antigos que o tempo cura as coisas e eu fielmente acredito nisso, ele não somente as cura como mostra que devemos seguir sempre em prol de construir mais do que romper com as relações e, acho que alcancei esse estágio. Mais do que isso, alcancei o estágio de construir e preservar a maior parte dos momentos sem que seja necessário mostrar para as pessoas o que acontece ou o que aconteceu, sem registro fotográfico para os outros e sim para eu e você, porque são momentos que somente as pessoas envolvidas naquilo precisam saber… Não, não que isso (as relações) precisem ser segredo de estado, mas elas precisam estar num estado saudável para que muitas coisas boas sejam construídas, entre elas a saída para os problemas eventuais que surgirem em momentos ruins.

Veja, car@ leit@r, é saudável se relacionar, mas é saudável também fazer com que os momentos, alguns, sejam privativos para que o olho no olho aconteça, o toque, o que causa arrepio e o que arranca suspiros; afinal, Capinejar já escreveu: mais difícil do que arrancar o sorriso de uma mulher é arrancar o suspiro.

No fim das contas, a ideia do roteiro permanece, mas quem vai dirigir sou eu e você também, juntos, para talvez lá na frente a gente sentar e contar o que aconteceu, como, e o que está por vir. Afinal, todo mundo sempre tem um palpite para dar, mas só quem realmente sabe é quem vive aquilo, não necessariamente o que o status do facebook vive (ou diz) pela pessoa.

Ps. Imagem em destaque foi extraída daqui!!

Be.agá

Lá de cima tudo parecia algodão 

De repente um salto no coração 

Pouso finalmente em Be.agá. 
Uai, o que é uai?

Uai é uai, uai. 
E trem? É o trem da locomotiva? 

Não, também é trem, uai. 

Trem é a mesma coisa que uai? 

Uai, trem é trem… 
Be.agá conquistou meu coração. 

Playlist O melhor do Brasil 2

Sexta feira chegou e essa semana no blog tivemos posts bem brasileiros. Para comemorar essa semana cheia de coisas gostosas do Brasil nada melhor do que fazer mais uma playlist recheada de artistas brasileiros para se escutar enquanto você lê Paulo Leminski, escolhe aquele filme na netflix ou se motiva a praticar exercícios. Vamos conferir as músicas que em breve estarão hospedadas no spotify. As músicas são de vários estilos, bem do jeito que eu gosto, bagunçado e delicioso (:

AnaVitória ft. Matheus & Kauan – Fica

Mariana Aydar – Onde está você

Novos Baianos – Mistério do Planeta

Secos e Molhados – Sangue Latino

Caetano Veloso e Maria Gadú – Leãozinho

Caetano Veloso – Você não me ensinou a te esquecer

Tom Drummond – Sarah

Alcione – Não deixe o samba morrer

Mallu Magalhães – Você não presta

Tiê – A noite

Nando Reis e Ana Cañas – Pra você guardei o amor

Maria Gadú – Lanterna dos Afogados

Os Paralamas do Sucesso – Meu erro

Os Paralamas do Sucesso – Caleidoscópio

Titãs – Marvin

Em breve estará no Spotify. Se vocês querem outros estilos musicais além de MPB, só deixar nos comentários. 

pS a imagem em destaque foi extraída daqui

2 Filmes Brasileiros: Drama

Há quem diga que cinema nacional não presta e que não produz conteúdos de qualidade… Eu sinceramente tenho dúvidas sobre essa opinião, ao pensar e pesar na balança quantos filmes nacionais bons eu já vi no cinema e em casa. Paro para pensar também em quantas atrizes e atores brilhantes nós temos, que saem da televisão para o cinema (vice versa), do teatro para o cinema (vice versa) e por aí vai. A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro… Recente, se pararmos para pensar. O blog traz hoje uma listinha de 3 filmes que eu vi e achei super interessantes em vários aspectos, passando pela fotografia. Vamos conferir?

— Aquarius (2016) : Filme de Kleber Mendonça Filho, é um ótimo drama que traz a realidade do Brasil e retrata como é vivenciar a experiência da especulação imobiliária. O filme conta a história de Clara (Sônia Braga) que mora em um edifício na praia de Boa Viagem — Recife. Clara é uma jornalista que se nega a sair do apartamento o qual mora há anos e vender ele para uma construtora que pretende fazer no terreno um grande empreendimento.

A trilha sonora, que conta com artistas internacionais, tem muitos artistas brasileiros, como por exemplo: Maria Bethânia, Mateus Alves, Queen e Alcione. Vale a pena refletir sobre as músicas que foram escolhidas para o filme, principalmente sobre a música tema “Hoje” de Taiguara.

O filme traz uma fotografia com cores quentes, representando bem o clima de tensão que fica durante todo o filme e o ar de expectativa que é criado em cima da ideia de se Clara vai ou não vender o apartamento para que a construtora entre com tudo com o projeto pretendido. O Brasil, assim como tem cada vez mais trânsito e carros no lugar de bicicletas que poluem menos o meio ambiente, tem mais empreendimentos imobiliários no lugar de prédios que ali já existem, prédios esses de três e/ou cinco andares são substituídos bruscamente por arranha céus de 20/30/60, assustadoramente e de forma muito rápida. O filme é uma ótima reflexão para essa questão que vivenciamos todos os dias no país. Vale a pena. Segue o trailer abaixo, clique na imagem.

Aquarius

Para mais informações do filme, clique aqui, para ler a matéria que saiu na revista Carta Capital. 

— Mãe só há uma (2016) : Dirigido por Anna Muylaert conta a história de Pierre/Felipe (Naomi Nero) que é submetido à um teste de DNA e acaba conhecendo os pais biológicos, interpretados por Dani Nefussi e Matheus Nachtergaele. O filme traz como uma das reflexões a seguinte questão: mãe é quem colocou no mundo ou quem criou? Em conjunto ele também aponta a questão da identidade de gênero.

Pierre foi criado a vida toda por Dona Araci e de repente se vê morando com os pais biológicos após sua mãe ser presa, porém, o que está em jogo na realidade são os sentimentos de Pierre, que se vê atordoado com as notícias. O filme não é sobre reencontros, é sobre o tempo que se perde em um longo espaço de tempo, ele surpreende e é bem diferente do filme Que horas ela volta? (2015), também de Anna Muylaert, apesar de falar da relação mães e filhos.

Confira a matéria que saiu na revista Carta Capital sobre o filme.

A fotografia do filme, por Barbara Alvarez, utiliza-se de cores quentes e é bem intimista, o que detalha e dá para o expectador a sensação de estar dentro do filme, além de transmitir a tensão do roteiro, que foi escrito por  Anna. O filme vale a pena. Segue abaixo o trailer dele também.

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Espero que tenha gostado das recomendações, caro leitor. Até amanhã. 🙂

p.S se vocês quiserem posso fazer de outros gêneros, só deixar nos cometários

Vamos falar de cachos?

Eu, aos 12 anos, decidi alisar meu cabelo. Pior coisa que eu já decidi fazer na vida, porém, na época não tinha noção da agressão que eu tava causando para mim. Eu alisei o cabelo porque queria ter o cabelo igual ao da minha irmã, achava lindo (e ainda acho) cabelo liso, então queria ter um igual ao dela porque na minha cabeça de criança de 12 anos não dava trabalho cuidar dos fios lisinhos, era mais fácil e mais bonito, os meninos também gostavam mais de meninas de cabelo liso do que aquele cabelo todo armado, parecendo um leãozinho.

O processo de aceitação foi duro, ele começou quando eu tinha 16 anos e, depois de tempos indo de três em três meses todos esses meses no salão só para alisar, eu decidi que ia cortar o mal pela raiz, literalmente. Atenção, caro leitor, estou falando da parte morta que já estava nas pontas do cabelo, de tanto tempo que eu passei um bom tempo sem alisar, sem fazer nada e sem cuidar dele. Já estava começando a ficar cansada e irritada com aquela quantidade de gente em cima de mim para puxar e repuxar meus cachos, de um lado e de outro, era horrível e doía. Uma vez ficaram crostas de um produto no meu couro cabeludo, acredite.

Então, eu fui para Brasília nas férias visitar meu pai, que morava lá na época. Perto do aparamento, ficava um salão de bairro e, um dia, eu decidi ir lá cortar o cabelo porque tava horrível, como disse acima. Chegando no salão, o moço me explicou que, se eu cortasse o cabelo ia ficar cacheado novamente porque toda a química tinha saído, e o que tinha sobrado era parte podre. Eu lembro exatamente da cena: ele passou a tesoura no meu cabelo da metade pra baixo e aí sobrou um teco de cabelo, mas foi o melhor teco de cabelo que sobrou na minha vida toda. Juro.

O processo de auto aceitação não é uma coisa fácil, caro leitor, sabemos disso, mas ele é importante sabe? A gente estar bem com a gente mesmo, sem se preocupar com o que os outros vão achar da gente, do nosso cabelo… Enfim, é muito importante, mesmo! Uma vez eu fiquei com um menino no cinema que se incomodou com os meus cachos, ele disse que preferia que o meu cabelo fosse liso, não gostava dele cacheado… Dá para acreditar?! Eu devia era ter dado um belo de um pé na bunda isso sim hahaha.

Para uma primeira ilustração trago a letra da música Sarara Miolo, de Gilberto Gil. 

Sara, sara, sara, sarará
Sarará miolo.

Sara, sara, sara cura
dessa doença de branco
sara, sara, sara cura
dessa doença de branco
de querer cabelo liso
já tendo cabelo louro
cabelo duro é preciso
que é para ser você, crioulo

O texto de hoje foi uma reflexão e eu espero que você tenha gostado, comece a se amar mais e aceite como você é. Acredite caro leitor/cara leitora, você é lindo/a do jeitinho que você é. Vai por mim.

Abaixo algumas fotos para uma segunda ilustração, de como meu cabelo fica liso e depois cacheado.

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Abraços e até amanhã. 🙂

Rumo aos 60 

Oi, vestibulandos, tudo bom com vocês? Hoje começa aqui no blog uma categoria de vida saudável! Isso mesmo! Como uma das metas de 2017 eu coloquei emagrecer e me exercitar mais, afinal de contas… O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e a IC (Iniciação Científica) fizeram um baita estrago em 2016. Um acúmulo de quase um ano, caso eu levasse isso pro segundo semestre. Então, decidi tomar algumas atitudes: a primeira de procurar uma nutricionista; a segunda de destrancar a academia; a terceira de procurar um regime no qual eu pudesse comer de tudo MAS comer as coisas certas nas horas certas!

O que isso tem com vestibular?

Gente, é justamente nessa época que a gente mais causa na vida alimentícia, a gente bota tudo a perder por umas coxinhas aqui e uns brigadeiros acolá que não vão fazer muito mal… Quando no fim das contas você ultrapassou o seu peso ideal e isso não é nem um pouco saudável. Emagrecer não é só uma questão estética pura e simplesmente, é uma questão de saúde e equilíbrio corporal, onde o seu corpo vai reagir de uma forma diferente a cada alimento que você ingerir ali.

Hoje eu peso 80,00 kg e meu peso ideal é entre 60 e 65… ou seja, eu tenho que perder 15kg pelo menos e 20 no máximo. Sim, é coisa pra caramba, mas confesso que estou determinada demais a chegar neste peso e é nesta categoria do blog que vou compartilhar com vocês toda segunda (o dia mundial do regime) dicas saudáveis para começar a semana, tudo seguindo a dieta que a minha nutricionista passou. Espero que gostem.

p.S 1: São dicas e não dietas POIS para cada corpo uma dieta é necessária, por isso procure sua médica ou seu médico!

Rumo aos 60! 🙂

p.S A imagem em destaque foi extraída daqui 🙂

Semana Mistura que faz bem

Oi, caro leitor. Como foi a sua semana? Espero que bem, não é mesmo? 🙂

A semana aqui no blog começou com tudo virando o baú e achando um texto quase do início do blog, de 2011, onde eu falo um pouco da experiência de ter passado por um cursinho — na época por estar em um cursinho. Vocês fazem ou já fizeram cursinho? É muito louca essa fase, né, onde a gente tá em um lugar por 365 dias praticamente, descontando aí uns domingos — porque é necessário descansar também… decidindo toda a nossa vida acadêmica, o que fazer… o que não fazer. Enfim, falei um pouco de como foi pra mim essa fase. Espero que gostem!!

Terça feira foi dia de falar de auto estima por aqui. A parceria com a aflora só está crescendo e é muito importante a gente falar de algumas coisas que as pessoas não querem falar, do processo de auto aceitação, por exemplo. Eu tô começando a escrever textos de comportamento pro blog, ainda não sei muito bem o que dizer em cada um mas uma coisa eus sei, é necessário falar desses assuntos, mesmo que seja aos poucos. E aí, vamos falar de auto estima?

Hoje, domingo (14), é dia das mães e eu não poderia deixar de dar uma super dica para você que não conseguiu achar o presente dela. Não tem problema nenhum. Vem comigo que eu falo de filmes que você pode assistir com ela. São filmes brasileiros que retratam a história de mães e filhas, especificamente, da drama até a comédia eu tenho 3 filmes para apresentar para vocês sobre o dia das mães. Vamos conferir?

Semana passada eu apresentei para vocês um pouco dos 100 melhores poemas brasileiros do século, onde falei um pouco também sobre o que é a poesia. Nesta semana, na mesma linha dos 100 melhores, trouxe os 100 melhores contos brasileiros do século XIX (19) quase XX (20). Você também pode ler um por dia, não necessariamente em uma ordem, isso que é uma delícia de ler contos, além por alguns segundos ficar com uma sensação pra vida toda… O que vai acontecer depois? Será que acabou mesmo ali?

Como na quinta eu tinha falado de ler contos, nada melhor do que uma playlist só para isso, não é mesmo? Eu montei uma playlist bem misturadinha com sucessos internacionais e nacionais. O que vocês acharam dela? Será que ficou boa? Em breve estará hospedada no spotify. Por falar em spotify, já me segue lá? Não? Juro que trocaremos muitas figurinhas.

Por fim, antes de chegarmos na revisão da semana, hoje… Eu escrevi mais um poeminha, para dar aquela relaxa, afinal, é final de semana de dia das mães e a gente quer o que? Quer curtir, não é mesmo? ❤

Bom, espero que tenham gostado de mais uma semana que passou. Como vai ser o dia das mães de vocês? Espero que bem legal, deixe nos comentários para eu saber mais 🙂

Um beijo grande e até amanhã ❤

pS a imagem em destaque foi extraída daqui

A saia da gandaia

Olha ali,

Lá vem a menina da saia florida

Passa e balança com sua saia

A saia rodada que roda ela toda.

 

 

Olha ali,

Lá vem a menina da saia florida

Que cai com a saia na gandaia,

E na gandaia ela sai com a saia.

 

Será que a saia seria

A mesma saia sem ela?

 

Só mesmo seria a saia

Se ela soubesse um dia.

pS a imagem em destaque foi extraída daqui