Playlist O melhor do Brasil 2

Sexta feira chegou e essa semana no blog tivemos posts bem brasileiros. Para comemorar essa semana cheia de coisas gostosas do Brasil nada melhor do que fazer mais uma playlist recheada de artistas brasileiros para se escutar enquanto você lê Paulo Leminski, escolhe aquele filme na netflix ou se motiva a praticar exercícios. Vamos conferir as músicas que em breve estarão hospedadas no spotify. As músicas são de vários estilos, bem do jeito que eu gosto, bagunçado e delicioso (:

AnaVitória ft. Matheus & Kauan – Fica

Mariana Aydar – Onde está você

Novos Baianos – Mistério do Planeta

Secos e Molhados – Sangue Latino

Caetano Veloso e Maria Gadú – Leãozinho

Caetano Veloso – Você não me ensinou a te esquecer

Tom Drummond – Sarah

Alcione – Não deixe o samba morrer

Mallu Magalhães – Você não presta

Tiê – A noite

Nando Reis e Ana Cañas – Pra você guardei o amor

Maria Gadú – Lanterna dos Afogados

Os Paralamas do Sucesso – Meu erro

Os Paralamas do Sucesso – Caleidoscópio

Titãs – Marvin

Em breve estará no Spotify. Se vocês querem outros estilos musicais além de MPB, só deixar nos comentários. 

pS a imagem em destaque foi extraída daqui

2 Filmes Brasileiros: Drama

Há quem diga que cinema nacional não presta e que não produz conteúdos de qualidade… Eu sinceramente tenho dúvidas sobre essa opinião, ao pensar e pesar na balança quantos filmes nacionais bons eu já vi no cinema e em casa. Paro para pensar também em quantas atrizes e atores brilhantes nós temos, que saem da televisão para o cinema (vice versa), do teatro para o cinema (vice versa) e por aí vai. A primeira exibição de cinema no Brasil aconteceu em 8 de julho de 1896, no Rio de Janeiro… Recente, se pararmos para pensar. O blog traz hoje uma listinha de 3 filmes que eu vi e achei super interessantes em vários aspectos, passando pela fotografia. Vamos conferir?

— Aquarius (2016) : Filme de Kleber Mendonça Filho, é um ótimo drama que traz a realidade do Brasil e retrata como é vivenciar a experiência da especulação imobiliária. O filme conta a história de Clara (Sônia Braga) que mora em um edifício na praia de Boa Viagem — Recife. Clara é uma jornalista que se nega a sair do apartamento o qual mora há anos e vender ele para uma construtora que pretende fazer no terreno um grande empreendimento.

A trilha sonora, que conta com artistas internacionais, tem muitos artistas brasileiros, como por exemplo: Maria Bethânia, Mateus Alves, Queen e Alcione. Vale a pena refletir sobre as músicas que foram escolhidas para o filme, principalmente sobre a música tema “Hoje” de Taiguara.

O filme traz uma fotografia com cores quentes, representando bem o clima de tensão que fica durante todo o filme e o ar de expectativa que é criado em cima da ideia de se Clara vai ou não vender o apartamento para que a construtora entre com tudo com o projeto pretendido. O Brasil, assim como tem cada vez mais trânsito e carros no lugar de bicicletas que poluem menos o meio ambiente, tem mais empreendimentos imobiliários no lugar de prédios que ali já existem, prédios esses de três e/ou cinco andares são substituídos bruscamente por arranha céus de 20/30/60, assustadoramente e de forma muito rápida. O filme é uma ótima reflexão para essa questão que vivenciamos todos os dias no país. Vale a pena. Segue o trailer abaixo, clique na imagem.

Aquarius

Para mais informações do filme, clique aqui, para ler a matéria que saiu na revista Carta Capital. 

— Mãe só há uma (2016) : Dirigido por Anna Muylaert conta a história de Pierre/Felipe (Naomi Nero) que é submetido à um teste de DNA e acaba conhecendo os pais biológicos, interpretados por Dani Nefussi e Matheus Nachtergaele. O filme traz como uma das reflexões a seguinte questão: mãe é quem colocou no mundo ou quem criou? Em conjunto ele também aponta a questão da identidade de gênero.

Pierre foi criado a vida toda por Dona Araci e de repente se vê morando com os pais biológicos após sua mãe ser presa, porém, o que está em jogo na realidade são os sentimentos de Pierre, que se vê atordoado com as notícias. O filme não é sobre reencontros, é sobre o tempo que se perde em um longo espaço de tempo, ele surpreende e é bem diferente do filme Que horas ela volta? (2015), também de Anna Muylaert, apesar de falar da relação mães e filhos.

Confira a matéria que saiu na revista Carta Capital sobre o filme.

A fotografia do filme, por Barbara Alvarez, utiliza-se de cores quentes e é bem intimista, o que detalha e dá para o expectador a sensação de estar dentro do filme, além de transmitir a tensão do roteiro, que foi escrito por  Anna. O filme vale a pena. Segue abaixo o trailer dele também.

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Espero que tenha gostado das recomendações, caro leitor. Até amanhã. 🙂

p.S se vocês quiserem posso fazer de outros gêneros, só deixar nos cometários

Vamos falar de cachos?

Eu, aos 12 anos, decidi alisar meu cabelo. Pior coisa que eu já decidi fazer na vida, porém, na época não tinha noção da agressão que eu tava causando para mim. Eu alisei o cabelo porque queria ter o cabelo igual ao da minha irmã, achava lindo (e ainda acho) cabelo liso, então queria ter um igual ao dela porque na minha cabeça de criança de 12 anos não dava trabalho cuidar dos fios lisinhos, era mais fácil e mais bonito, os meninos também gostavam mais de meninas de cabelo liso do que aquele cabelo todo armado, parecendo um leãozinho.

O processo de aceitação foi duro, ele começou quando eu tinha 16 anos e, depois de tempos indo de três em três meses todos esses meses no salão só para alisar, eu decidi que ia cortar o mal pela raiz, literalmente. Atenção, caro leitor, estou falando da parte morta que já estava nas pontas do cabelo, de tanto tempo que eu passei um bom tempo sem alisar, sem fazer nada e sem cuidar dele. Já estava começando a ficar cansada e irritada com aquela quantidade de gente em cima de mim para puxar e repuxar meus cachos, de um lado e de outro, era horrível e doía. Uma vez ficaram crostas de um produto no meu couro cabeludo, acredite.

Então, eu fui para Brasília nas férias visitar meu pai, que morava lá na época. Perto do aparamento, ficava um salão de bairro e, um dia, eu decidi ir lá cortar o cabelo porque tava horrível, como disse acima. Chegando no salão, o moço me explicou que, se eu cortasse o cabelo ia ficar cacheado novamente porque toda a química tinha saído, e o que tinha sobrado era parte podre. Eu lembro exatamente da cena: ele passou a tesoura no meu cabelo da metade pra baixo e aí sobrou um teco de cabelo, mas foi o melhor teco de cabelo que sobrou na minha vida toda. Juro.

O processo de auto aceitação não é uma coisa fácil, caro leitor, sabemos disso, mas ele é importante sabe? A gente estar bem com a gente mesmo, sem se preocupar com o que os outros vão achar da gente, do nosso cabelo… Enfim, é muito importante, mesmo! Uma vez eu fiquei com um menino no cinema que se incomodou com os meus cachos, ele disse que preferia que o meu cabelo fosse liso, não gostava dele cacheado… Dá para acreditar?! Eu devia era ter dado um belo de um pé na bunda isso sim hahaha.

Para uma primeira ilustração trago a letra da música Sarara Miolo, de Gilberto Gil. 

Sara, sara, sara, sarará
Sarará miolo.

Sara, sara, sara cura
dessa doença de branco
sara, sara, sara cura
dessa doença de branco
de querer cabelo liso
já tendo cabelo louro
cabelo duro é preciso
que é para ser você, crioulo

O texto de hoje foi uma reflexão e eu espero que você tenha gostado, comece a se amar mais e aceite como você é. Acredite caro leitor/cara leitora, você é lindo/a do jeitinho que você é. Vai por mim.

Abaixo algumas fotos para uma segunda ilustração, de como meu cabelo fica liso e depois cacheado.

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Abraços e até amanhã. 🙂

Rumo aos 60 

Oi, vestibulandos, tudo bom com vocês? Hoje começa aqui no blog uma categoria de vida saudável! Isso mesmo! Como uma das metas de 2017 eu coloquei emagrecer e me exercitar mais, afinal de contas… O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e a IC (Iniciação Científica) fizeram um baita estrago em 2016. Um acúmulo de quase um ano, caso eu levasse isso pro segundo semestre. Então, decidi tomar algumas atitudes: a primeira de procurar uma nutricionista; a segunda de destrancar a academia; a terceira de procurar um regime no qual eu pudesse comer de tudo MAS comer as coisas certas nas horas certas!

O que isso tem com vestibular?

Gente, é justamente nessa época que a gente mais causa na vida alimentícia, a gente bota tudo a perder por umas coxinhas aqui e uns brigadeiros acolá que não vão fazer muito mal… Quando no fim das contas você ultrapassou o seu peso ideal e isso não é nem um pouco saudável. Emagrecer não é só uma questão estética pura e simplesmente, é uma questão de saúde e equilíbrio corporal, onde o seu corpo vai reagir de uma forma diferente a cada alimento que você ingerir ali.

Hoje eu peso 80,00 kg e meu peso ideal é entre 60 e 65… ou seja, eu tenho que perder 15kg pelo menos e 20 no máximo. Sim, é coisa pra caramba, mas confesso que estou determinada demais a chegar neste peso e é nesta categoria do blog que vou compartilhar com vocês toda segunda (o dia mundial do regime) dicas saudáveis para começar a semana, tudo seguindo a dieta que a minha nutricionista passou. Espero que gostem.

p.S 1: São dicas e não dietas POIS para cada corpo uma dieta é necessária, por isso procure sua médica ou seu médico!

Rumo aos 60! 🙂

p.S A imagem em destaque foi extraída daqui 🙂

Semana Mistura que faz bem

Oi, caro leitor. Como foi a sua semana? Espero que bem, não é mesmo? 🙂

A semana aqui no blog começou com tudo virando o baú e achando um texto quase do início do blog, de 2011, onde eu falo um pouco da experiência de ter passado por um cursinho — na época por estar em um cursinho. Vocês fazem ou já fizeram cursinho? É muito louca essa fase, né, onde a gente tá em um lugar por 365 dias praticamente, descontando aí uns domingos — porque é necessário descansar também… decidindo toda a nossa vida acadêmica, o que fazer… o que não fazer. Enfim, falei um pouco de como foi pra mim essa fase. Espero que gostem!!

Terça feira foi dia de falar de auto estima por aqui. A parceria com a aflora só está crescendo e é muito importante a gente falar de algumas coisas que as pessoas não querem falar, do processo de auto aceitação, por exemplo. Eu tô começando a escrever textos de comportamento pro blog, ainda não sei muito bem o que dizer em cada um mas uma coisa eus sei, é necessário falar desses assuntos, mesmo que seja aos poucos. E aí, vamos falar de auto estima?

Hoje, domingo (14), é dia das mães e eu não poderia deixar de dar uma super dica para você que não conseguiu achar o presente dela. Não tem problema nenhum. Vem comigo que eu falo de filmes que você pode assistir com ela. São filmes brasileiros que retratam a história de mães e filhas, especificamente, da drama até a comédia eu tenho 3 filmes para apresentar para vocês sobre o dia das mães. Vamos conferir?

Semana passada eu apresentei para vocês um pouco dos 100 melhores poemas brasileiros do século, onde falei um pouco também sobre o que é a poesia. Nesta semana, na mesma linha dos 100 melhores, trouxe os 100 melhores contos brasileiros do século XIX (19) quase XX (20). Você também pode ler um por dia, não necessariamente em uma ordem, isso que é uma delícia de ler contos, além por alguns segundos ficar com uma sensação pra vida toda… O que vai acontecer depois? Será que acabou mesmo ali?

Como na quinta eu tinha falado de ler contos, nada melhor do que uma playlist só para isso, não é mesmo? Eu montei uma playlist bem misturadinha com sucessos internacionais e nacionais. O que vocês acharam dela? Será que ficou boa? Em breve estará hospedada no spotify. Por falar em spotify, já me segue lá? Não? Juro que trocaremos muitas figurinhas.

Por fim, antes de chegarmos na revisão da semana, hoje… Eu escrevi mais um poeminha, para dar aquela relaxa, afinal, é final de semana de dia das mães e a gente quer o que? Quer curtir, não é mesmo? ❤

Bom, espero que tenham gostado de mais uma semana que passou. Como vai ser o dia das mães de vocês? Espero que bem legal, deixe nos comentários para eu saber mais 🙂

Um beijo grande e até amanhã ❤

pS a imagem em destaque foi extraída daqui

A saia da gandaia

Olha ali,

Lá vem a menina da saia florida

Passa e balança com sua saia

A saia rodada que roda ela toda.

 

 

Olha ali,

Lá vem a menina da saia florida

Que cai com a saia na gandaia,

E na gandaia ela sai com a saia.

 

Será que a saia seria

A mesma saia sem ela?

 

Só mesmo seria a saia

Se ela soubesse um dia.

pS a imagem em destaque foi extraída daqui