A poesia das mãos

A poesia das mãos é a minha vida e a sua
A poesia das mãos é a minha vida e a sua pelas mãos
A poesia das mãos é a nossas vidas pelas nossas mãos

Naquele mar se você pudesse imaginar
Naquele mar quantas vidas iriam passar
Naquele mar a nossa vida podia estar

A poesia da nossa idade é uma beldade de tão pouca idade
A poesia daqueles beijos eternos nos braços afetos e carinhos sinceros
A poesia da nossa idade que não chega na metade da idade da cidade mas é eterna pelo amor que nos rodeia naquela roseira

Carta pro meu eu 

Oi, como vai você, Bia? Estive neste fim de semana na sua cidade preferida, São Paulo e foi massa. Pudemos passar muito tempo juntos. Eu e sua cidade, sua cidade e eu. As curvas da estrada até lá não imaginavam o que iríamos encontrar entre tantas pessoas e, que pessoas. A cidade está pronta para o carnaval e você? Não vai preparar a sua fantasia? Não vai pular carnaval? As pessoas estavam felizes, afinal mais um feriado se aproxima e elas poderão curtir e descansar. Ah, São Paulo… que saudade eu estava da cidade, que saudade nessa cidade, que saudade nessa saudade! 

Pude ver o trânsito na sexta feira quando cheguei, sabe, Bia. Pude ver as pessoas nos shoppings passeando como se não houvesse o amanhã, mas também vi muita gente com pressa como se o amanhã fosse hoje. Valeu a pena ver. 

No sábado amanheceu um dia lindo em Barueri e o trem para São Paulo estava cheio dessas pessoas fantasiadas as quais lhe falei anteriormente. As pessoas estavam lindas e com nenhuma pressão, também como se não houvesse o amanhã. Fomos almoçar na Rua Augusta com a Rua Luís Coelho, siim a Rua Augusta… ah, quantas noites ali. Lembra, Bia? Mas, acalma seu coração que logo logo você estará de volta e não vai demorar… é tudo uma questão de tempo. Tudo é uma questão de tempo e, as vezes, até São Paulo tem esse tempo todo pra você, Bia. 

Obrigada, São Paulo, pelo maravilhoso fim de semana e até uma próxima.