70x Hendrix!

James Marshall Jimi Hendrix… Só o começo: James Marshall tem uma força que me faz delirar e apertar o Back freneticamente quando Voodoo Child toca no meu ipod! Pois é, esse cara aí, mais conhecido como: Jimi Hendrix, ou ainda só Jimi, nasceu em Seattle no dia 27 de Novembro de 1942. Guitarrista, compositor e cantor norte-americano. Quanto talento antes de Guitarrista e genialidade no compositor, não é? 

Sabe quando costumam dizer que “Eles são como nós”? Então, Jimi tinha um irmão mais novo, Leon Hendrix! Os irmãos Hendrix (Que fique claro que só quis unificar, bitch please, eles não eram uma dupla sertaneja ou algo do tipo)  viram seus pais se divorciarem em 1951 e sua mãe morrer em 1958. O Leon foi profundamente afetado por problemas familiares, tais como os citados acima. Jimi cresceu tímido e sensível  tendo de ser o responsável por cuidar do Leon. No mesmo ano em que a mãe deles morreu, o Al Hendrix, papai deles, deu para o Jimi um ukele (instrumento de quatro cordas), posteriormente comprou uma guitarra acústica, e assim colocou Jimi no caminho daquilo que seria sua vocação!
Hendrix é frequentemente citado por críticos e músicos como o melhor guitarrista da história do rock e incansavelmente aparece em capas da Rolling Stone, como o número 1! Lembram daquele festival de 69, o Woodstock? Pois bem, ele foi a principal atração, apenas dois anos depois de estourar e conquistar fama nos Estados Unidos, obtendo seu sucesso inicial na Europa! Se você estuda música, vai reconhecer o que falarei a seguir: Amplificadores distorcidos e crus, eram a preferencia de Hendrix. Você pode reconhecer com muita facilidade em quase todas as suas músicas a microfonia, uma técnica desenvolvida com sua ajuda. Influenciado por artistas de blues como: T-Bone Walker, B.B King, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Albert King e Elmore James; guitarristas: Curtis Mayfield, Steve Cropper e artistas do jazz moderno. Foram vários os prêmios que Jimmi recebeu durante sua incrivel carreira, claro que recebeu muitos outros postumamente. Quando pensamos nos prêmios e homenagens à Jimi Hendrix, não poderíamos deixar de pensar na calçada da fama lá em Hollywood baby! Esse cara é tão sensacional que me falta ar pra falar dele! Ele foi a primeira pessoa a fazer parte do Hall da fama da Música Nativo-Americana.

No dia 18 de setembro de 1970, em Londres, logo nas primeiras horas, Jimi nos deixa com apenas 27 primaveras, muito cedo para o céu colorir com tanto talento. As circunstâncias nunca foram explicadas. O que sabemos é que na noite anterior ele estivera em uma festa, onde sua namorada Monika Dannemann o havia buscado, ambos seguiram para o hotel Samarkand, número 22 em Nothing Hill. Poucas horas depois, Jimi morreu. Sabem como é né? Músico, dorgas manolo, festinhas party haaaard, loucura total, vibe boa! Sua namorada, a Monika em seu depoimento original alegou que Hendrix teria tomado na noite anterior, sem que ela soubesse, NOVE comprimidos para dormir. O que o médico disse? Hendrix teria se asfixiado em seu próprio vomito, composto principalmente por vinho tinto. 

“O blues é fácil de tocar. Mas é difícil de sentir.” (HENDRIX, Jimi)

Olhares

Ela sorria e segurava com a mão direita uma taça, nem cheia e nem vazia

Na sua frente havia uma garrafa, não consegui enxergar o selo que a contornava
Ela tinha cabelo curto, pele morena, bem hidratada pelo brilho, um sorriso branco contraste e os cabelos estavam enrolados e lisos
Sua perna balançava bem devagar e estava cruzada, diferente de seus braços que estavam apoiados sobre a  mesa, somente metade deles com os dedos a mostra e suas unhas… Bem, não sei se estavam feitas ou não!
Diante de seus olhos havia um homem, devia ter quase a mesma idade que ela… 
Ele era branco, cabelo castanho escuro, vestia uma jaqueta preta e uma blusa vermelha 
Estava com uma cara de Domingo, a barba por fazer, sem bigode, com o cabelo bagunçado e o sorriso era torto e direcionado a ela. 
Ele não segurava nada nas mãos, e enquanto ela chamava alguém para servir a mesa, ele rapidamente olhou para as mãos dela e hesitou em pega-la, mas somente hesitou pois ela voltou seus olhos para ele e sorrindo, ele disfarçou. 
Na rua devia estar fazendo algo em torno de 10 graus, o tempo fechava. Havia algumas plantas decorando o exterior do local e entre as plantas e as mesas, havia uma proteção. Eles continuaram sentados, e agora observavam o movimento das pessoas correndo com as mãos na cabeça tentando se proteger. 
Ela olhava fixamente para a rua, ele parou de prestar atenção no movimento exterior e começou a prestar atenção em um movimento interior, o de seu coração, que batia por ela!